Reposicionamento das mamas
A mastopexia trata a flacidez, o excesso de pele e a posição dos tecidos mamários. Durante a cirurgia, posso retirar o excesso de pele, remodelar as mamas e ajustar a posição das aréolas e dos mamilos.

Cirurgias de Mama
Realizo a mastopexia com prótese de silicone de forma individualizada, associando o reposicionamento e a remodelação das mamas ao uso de implantes quando existe indicação. O planejamento considera a flacidez, os tecidos mamários, a qualidade da pele, as proporções do tórax e os objetivos de cada paciente.



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CRM-SP 153.624RQE 98.516
A mastopexia trata a flacidez, o excesso de pele e a posição dos tecidos mamários. Durante a cirurgia, posso retirar o excesso de pele, remodelar as mamas e ajustar a posição das aréolas e dos mamilos.
Quando existe indicação, a prótese de silicone é associada à mastopexia para acrescentar volume, projeção e preenchimento, especialmente na região superior da mama.
Algumas pacientes possuem tecido suficiente para remodelar a mama sem implante, enquanto outras se beneficiam da associação das duas estratégias. A necessidade da prótese é definida conforme a anatomia e os objetivos discutidos na consulta.
Antes da cirurgia, faço uma avaliação detalhada da quantidade e da qualidade do tecido mamário, da pele, da posição das aréolas, do grau de flacidez e das proporções do tórax. Também converso com a paciente sobre o resultado que ela procura e explico quais características podem ou não ser modificadas dentro dos limites da sua anatomia.
Durante o procedimento, retiro o excesso de pele necessário, reorganizo os tecidos mamários e reposiciono as aréolas quando indicado. Depois, posiciono a prótese de silicone conforme o planejamento realizado previamente, buscando uma relação equilibrada entre volume, projeção, cobertura dos tecidos e sustentação.

Muitas pacientes chegam até mim após perceberem mudanças no formato, na posição e no volume das mamas ao longo do tempo, especialmente depois de gestação, amamentação, emagrecimento ou alterações naturais da pele. Quando essas mudanças envolvem flacidez associada à perda de volume, a mastopexia com prótese de silicone pode fazer parte do planejamento.
Quando existe flacidez e mudança na posição das mamas ou das aréolas ao longo do tempo.
Quando a paciente percebe redução do preenchimento mamário, especialmente na região superior das mamas.
Quando gravidez e amamentação provocam alterações no volume, na pele e na sustentação das mamas.
Quando a perda de peso resulta em redução do volume mamário associada ao excesso ou à flacidez da pele.
Quando existem diferenças de formato, posição ou volume entre as mamas que podem ser consideradas durante o planejamento.
Quando existe indicação de associar o reposicionamento das mamas ao aumento ou à recuperação de volume com uma prótese de silicone.
Antes da cirurgia, avalio as condições clínicas, os hábitos, o histórico cirúrgico e as características das mamas. O grau de flacidez e a quantidade de pele a ser retirada influenciam o planejamento e a extensão das cicatrizes.
As cicatrizes amadurecem ao longo dos meses, e sua aparência varia entre pacientes. A cirurgia e o implante apresentam riscos que precisam ser discutidos na consulta. Envelhecimento, oscilações de peso e futuras gestações também podem modificar o resultado.


Avalio a anatomia, o histórico clínico, os exames e as expectativas para definir a indicação e a estratégia do tratamento. Na consulta, explico as possibilidades, as limitações e os riscos envolvidos.

Acompanho a recuperação em consultas programadas, ajustando as orientações conforme a evolução de cada paciente.

Forneço orientações sobre os cuidados com a região tratada e o retorno gradual às atividades, ajustando as recomendações conforme o procedimento e a recuperação individual.
A mastopexia com prótese de silicone deixa cicatrizes porque exige retirada e redistribuição de pele. O desenho depende principalmente do grau de flacidez e da quantidade de pele que preciso remover, podendo envolver a região ao redor da aréola, uma extensão vertical até o sulco mamário e, em determinados casos, uma extensão no próprio sulco. Nos primeiros meses, as cicatrizes podem mudar de coloração, consistência e relevo enquanto amadurecem. A evolução varia conforme genética, qualidade da pele, tensão sobre os tecidos e cuidados pós-operatórios.
Como qualquer cirurgia, a mastopexia com prótese envolve riscos como sangramento, infecção, acúmulo de líquido chamado seroma, alterações de sensibilidade, alterações de cicatrização e assimetrias. O implante também apresenta riscos, como contratura capsular, que é o endurecimento da cápsula ao redor da prótese, deslocamento, alteração de posição, ondulações perceptíveis e ruptura.
Na mastopexia sem prótese, remodelo e reposiciono a mama com os próprios tecidos da paciente. Na associação com silicone, acrescento um implante quando há indicação de recuperar ou aumentar volume e projeção. Apenas colocar uma prótese não remove excesso de pele nem reposiciona adequadamente uma mama com queda significativa. A escolha depende da posição das aréolas, da pele e dos tecidos.
Avalio a largura da base mamária, as dimensões do tórax, a quantidade de tecido, sua espessura, a qualidade da pele e o objetivo da paciente. Implantes redondos e anatômicos têm características diferentes; o volume em mililitros é apenas uma das variáveis. A posição pode ser abaixo da glândula mamária, no plano subglandular, abaixo do músculo ou em estratégias combinadas, como o dual plane. Não existe uma escolha ideal para todas as pacientes.
No meu protocolo, a mastopexia com prótese de silicone tem duração aproximada de três a quatro horas. O tempo pode variar conforme o grau de flacidez, a quantidade de pele a ser tratada, a complexidade da remodelação e a estratégia planejada para o implante.
Meu protocolo prevê aproximadamente um dia de internação para a mastopexia com prótese. A alta depende da recuperação após a cirurgia, da avaliação da equipe e das condições individuais da paciente antes de deixar o hospital.
Nos primeiros dias, oriento repouso relativo, movimentação cuidadosa dos braços e restrição de esforços. Utilizo aproximadamente 15 dias como referência para retorno à rotina, mas trabalho, direção e tarefas físicas têm exigências diferentes. Exercícios são retomados gradualmente; esforços maiores, musculação, corrida, impacto e exercícios de braços e peitoral costumam exigir cerca de quatro a seis semanas. Esses prazos dependem da evolução e da liberação durante o acompanhamento.
O sutiã cirúrgico ou outra peça de suporte costuma ser utilizado durante as primeiras semanas para oferecer sustentação enquanto os tecidos cicatrizam e se acomodam. Como referência, esse período pode ficar em torno de 4 a 6 semanas, mas a duração varia conforme a técnica, o implante e a evolução individual da paciente.
Não. O implante não impede o envelhecimento da pele nem dos tecidos mamários, que continuam sujeitos à gravidade, oscilações de peso, gestação e alterações naturais ao longo dos anos. O peso e as dimensões da própria prótese também precisam ser considerados durante o planejamento da cirurgia.
A cirurgia pode ajudar a reduzir diferenças de volume, formato ou posição entre as mamas e, em determinados casos, o planejamento da prótese de silicone também pode contribuir para esse equilíbrio. Entretanto, algum grau de assimetria natural pode permanecer mesmo após o procedimento.
A possibilidade de amamentar depois da cirurgia depende da técnica utilizada, da anatomia da paciente e das estruturas mamárias envolvidas no procedimento. Por isso, planos de gestação e amamentação futura precisam ser discutidos antes da cirurgia e considerados durante o planejamento.
Não existe um prazo único e obrigatório para troca válido para todas as pacientes. As próteses de silicone precisam de acompanhamento ao longo do tempo, e uma nova cirurgia pode ser considerada diante de alterações clínicas, achados em exames, complicações relacionadas ao implante ou desejo de modificar o resultado.
Não existe um preço único para a mastopexia com prótese de silicone. O valor depende do planejamento, da técnica necessária, da complexidade da cirurgia, das características do implante, da estrutura hospitalar, da anestesia e da equipe envolvida; por isso, o orçamento é definido individualmente depois da consulta e da avaliação médica.
Não trabalho com convênios para esse atendimento. Consultas, planejamento e cirurgia são realizados de forma particular. A equipe pode esclarecer as condições e a organização do procedimento.

Para mim, a cirurgia plástica vai além do procedimento. Cada etapa importa, da primeira conversa à recuperação, com escuta, clareza, planejamento e acompanhamento próximo.
Conheça sua jornadaRelatos que refletem a experiência, o cuidado e o acompanhamento ao longo da jornada cirúrgica.
Cirurgiã plástica
Formada no Hospital Heliópolis, em São Paulo, construí minha trajetória com dedicação e estudo, direcionando minha atuação às cirurgias de mama e contorno corporal, com planejamento individualizado e respeito aos objetivos de cada mulher.
Para mim, a cirurgia começa muito antes do centro cirúrgico: começa na escuta. Entender cada paciente, suas expectativas e o que realmente faz sentido para ela é parte essencial do processo.
Por isso, meu cuidado se estende por toda a jornada, com presença próxima, clareza nas decisões e atenção também no pós-operatório, sempre buscando resultados naturais, elegantes e fiéis à identidade de cada mulher.


A Dēzi Clinic, na Vila Olímpia, foi criada pela Dra. Juliana Lusvarghi para oferecer um cuidado mais próximo, integrado e personalizado. Com 200m² e diferentes especialidades, reúne estrutura e equipe para acompanhar cada paciente do pré ao pós-operatório.
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